Pedra da Boca com a Brejotur e P9

No úlimo sábado dia 10 estivemos ( Brejotur e P9) com  Dr. João e sua esposa Elza, Mateus e Natália seus filhos e Bianca e Bruno seus amigos, para fazer trilha e rapel na Pedra da Boca. Já saimos um pouco tarde do hotel Eco Spazio em Bananeiras e chegamos por volta das 11:20 no parque. Fizeasmos a trilha das grutas, conhecemos a Pedra do Forno e Pedra da Santa.

Depois do almoço já por volta das 15:20  subimos em direção a Pedra da Boca, com um pouco de dificuldade, já que é uma subida íngreme,mas chegamos até lá, não sem  antes de D. Elza ter ficado na Pedra da Aroeira com nosso amigo G que ficou montando o rapel. Depois de descemos a boca fomos fazer o rapel, o último a descer foi Serginho e Dr. João, já eram mais de 19:00h.

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Patrulha9 leva grupo de João Pessoa para a Pedra da Boca

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No último domingo 17, o Patrulha9 (P9) esteve no Parque Estadual da Pedra da Boca com um grupo de João Pessoa, o objetivo principal era fazer rapel na Pedra da Aroeira (47m), chegamos no parque às 09:30h, estava com cara de que ia chover, resolvemos mudar a programação e fazer o rapel pela manhã pra não correr o risco de  pegar a chuva a tarde, por que  parecia que isto ia acontecer, inclusive estávamos torcendo pra cair um toró d’água a tarde pra gente poder tomar banho nas pequenas cachoeiras que se formam  nas canaletas das rochas. Seguimos em direção a pedra da boca, antes de fazer rapel visitamos o interior da boca da pedra, mas durante o trajeto que é só subida, um amigo nosso Luis Nicomedes que veio de Campina Grande passou mal e teve que ficar pra trás, deixamos um dos P9 tomando conta dele, continuamos a saga até nosso destino, tínhamos três mulheres no grupo; Lena, Pollyana e Cibele ( Baralho), das três a que nos deu mais trabalho foi esta última, mas nada que não nos divertíssemos com suas dificuldades, o resto do grupo era formado por Elder, Tavinho, Júnior, Bruno e Gustavo (acho que esqueci o nome de um). Continuando, chegamos na boca da pedra e para a nossa surpresa e felicidade nosso amigo Luis chega alguns minutos depois na compainha de Jeilson e Serginho, foi uma festa, passado alguns minutos e muitas fotos descemos para a pedra da aroeira para fazermos rapel, tudo ocorreu tranquilamente durante as descidas, o único imprevisto foi minha corda ter engalhado num cristal de rocha, Bruno teve que descer para me ajudar a desengalhar, pois seu irmão Gustavo que era meu companheiro de descida não conseguiu, sem mais problemas todos descerão e fomos almoçar às duas horas da tarde, mortos de fome comemos a boa comida de Dona Zilda. Sem muitas cerimônias seguimos para a segunda parte da programação, fomos até a Gruta do Caçador, antes passamos pela Pedra do Forno, na vinda para a  casa de Dona Zilda onde estava nosso carro, visitamos a Pedra da Santa. Foi um domingo maravilhoso com uma galera que nos proporcionou momentos inesqueciveis. Os membros do Patrulha9 presente além de mim eram: Flávio, Jeilson e Serginho.

Acampamento na Pedra da Boca

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Na úlitma sexta dia 04 fui acampar na Pedra da Boca com meus dois irmãos que moram em Cuiabá, é claro que a galera do Patrulha 9 também foi junto, fomos depois do almoço e voltamos no sábado a tarde, na sexta a tardinha fomos ver o pôr-do-sol em cima da pedra da caveira, o visual é show. A noite dormimos numa barraca, foram  oito pessoas, queríamos inaugurar a barraca que havíamos comprado, o manual dizia que cabia sete pessoas, testamos com oito, na verdade descobrimos que só cabe sete mesmo (risos), de manhã subimos para a boca da pedra e depois fizemos um rapel de 47 metros na Pedra da Aroeira ( muitos dizem que este rapel tem mais de 50 metros), é uma descida tranquila, a atração da descida foi um ratinho selvagem que encontramos, na verdade não sei o nome daquela espécie, pra mim era uma coisa nova, ele estava em cima da rocha no caminho da descida, já perto do final, um amigo nosso pegou e fizemos a festa, parecia que ele era domesticado e  interagiu conosco sem nenhum problema, tiramos fotos e depois o soltamos no mesmo lugar, ainda tivemos tempo de colocar um nome nele, nosso amigo Marconny o batizou de “mimoso”. Um outro fato importante foi conhecer Wagner,  ele  me disponibilizou alguns croquis das vias de escalada do parque, de agora em diante quem tiver interesse nos croquis é só entrar em contato comigo que envio por e-mail.

Não posso deixar de agradecer a Dona Zilda pelo acolhimento que ela nos deu e sempre nos dá, um acolhimento de mãe. Pra quem não conhece, ela mora na casa de apoio do parque e  serve refeições com aquele tempero que só ela tem, se for na Pedra da Boca procure Dona Zilda e saborei a típica e gostosa comida regional.

Pedra da Boca no feriado de 15 de novembro

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Estava em falta com o pessoal de Campina Grande que veio através da Agência Avantur que é de minha amiga Marivane. Sem mais delongas, no dia 15 de novembro fui para a Pedra da Boca acompanhar o grupo que a Avantur organizou, chegamos lá um pouco atrasados  às 10:00h, a trilha duraria de duas horas e meia a três dependendo da disposição do grupo. Fizemos então a trilha da integração conhecendo algumas cavernas e grutas, a Pedra do Forno, Pedra da Caveira e Pedra da Santa, durante o percurso não tivemos muitas dificuldades, embora no grupo existisse uma criança de 10 anos. O percurso dá um pouco mais de três quilômetros, mas devido o acesso ser de dificuldade técnica moderada não se pode apressar muito, concluimos a trilha em duas horas e meia conforme o previsto, almoçamos às 13:00h, aquela comida caseira deliciosa preparada por Dona Zilda, depois de um cochilo na rede, partimos às 15:00 em direção a Pedra da Boca, nosso objetivo era ir até a boca da pedra, o percurso é só subida e tivemos q parar de metro em metro para adquirir fôlego, foi mais difícil pra algumas pessoas, até porque já tinha o acúmulo do cansaço da manhã, tivemos que usar um pedaço de corda que eu levei para facilitar o acesso à boca, com muita cautela chegamos no nosso objetivo e diante daquela linda paisagem só nos restou apreciar a criação divina. Às 17:00h começamos a descer e por volta das 18:00h chegamos na casa  de dona Zilda onde estava a Splinter, depois de dançar um forrozinho ao som de Luiz Gonzaga, partimos às 19:00h para Campina Grande. Mesmo diante das piucas dificuldades que encontramos era notório a satisfação de todos, até porque qualquer cansaço compensa todas as paisagens que são vistas naquele lugar mágico. Mais uma vez agradeço  a minha amiga Marivane que teima em divulgar as riquezas da nossa região.