Caminhos de Ibiapina com Arthur e Cia (2º dia)

2 ° Dia

No segundo dia do caminho eu não pude estar presente, mas meu amigo Thiago que trabalha comigo foi acompanhar o pessoal. Chegaram à Cachoeira do Roncador por volta das 11:00h, embora o percurso fosse de apenas 6km o grupo enfrentaria duas grandes subidas.

Outras três pessoas se juntaram ao grupo; Pedro (64 anos), pai de Artur e Rodolfo, Zé Cueca e Alexandre Mota. Depois de uma breve reflexão e pedido de proteção divina, a trilha começou sem muitas dificuldades, eles não imaginavam o que os aguardava, sem noção nenhuma de que o que estava por vir marcaria suas vidas, Pedro levou uma mochila com um peso assombroso, de acordo com o mesmo, só coisas de necessidades como notebook, carregadores de celular, livros, cosméticos, etc. Não sei que horas ele utilizaria tais objetos, mas pelo menos a mochila serviu para dificultar mais ainda o que já era complicado.

A subida é muito íngreme até o sítio Angelim, de acordo com Pedro, não foi uma trilha e sim uma escalada de aventura onde de um lado um precipício e de outro urtigas que queriam pegar a todos, parecia até que estava falando de uma planta carnívora. Havia uma árvore que tombou no caminho dificultando a passagem e Thiago teve que usar a faca  para desobstruir o caminho, foi neste momento que nosso amigo Miro chegou a conclusão que Padre Ibiapina nunca havia passado num lugar daquele. Depois de um pouco de dificuldade, mas muita persistência o objetivo é alcançado e todos chegam com vida no sítio Angelim. Depois de uma subida daquela, nada mais interessante do que chupar um picolé, e quem diria, no meio do mato encontraram uma casa que vendia o ouro, me parece que esvaziaram a geladeira da mulher que com certeza rezou a Deus e pediu a Padre Ibiapina para que mandasse todo dia gente daquela qualidade.

O pessoal chegou ao restaurante em Roma de Baixo por volta das 12:40h e depois de encherem o buxo e contarem muitas piadas seguiram caminho para o cruzeiro onde dormiriam. Para chegar até lá só havia um jeito: subindo. E tome fôlego. Já se passavam das 3:00h da tarde quando o grupo chegou , Arthur indicou um atalho que economizou tempo e energia da galera. Durante a noite todos se reuniram pra tomar vinho e jogar conversa fora, até nosso amigo Padre Paulino se juntou ao grupo para compartilhar o momento. Rolava piada de todo tipo, menos de Padre, até que alguém se manifestou e falou de sua vontade de contar causos de vigário, mas que se sentia constrangido pelo fato de ter um presente, Padre Paulino não contou história e mandou logo uma, o fato serviu para desinibir a turma e as piadas sobre os sacerdotes foi o mote do resto da noite.

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