Caminhos de Ibiapina com Arthur e Cia (3º dia)

3° DIA

Cheguei no cruzeiro às 6:00h e encontrei todos dormindo, acordei a turma para agilizarmos. De acordo com Arthur ficou combinado que o café seria servido às 07:00h, enquanto dona Nega preparava o desjejum fomos para a igreja e Padre Paulino fez uma reflexão sobre o caminhar e a importância de sabermos que na caminhada Deus está sempre presente. Depois do momento, tomamos café e às 08:00 todos estavam descendo, menos Thiago que foi pra Solânea de moto e ainda deu carona para o padre.

Andaríamos por volta de 16km e a previsão seria de cinco a seis horas de caminhada, teria alguns trechos de subida e o sol parecia que seria nosso companheiro inseparável durante todo o trajeto. Logo no início do dia soube que durante o caminho alguns tiveram apelidos criados no dia anterior, Miro Cajá, Arthur Alibaba, Alexandre e Zé Cueca, dupla da cachaça, Rodolfo Bengala (cunhado de Arthur), Rodolfo Bacurizinho (irmaõ de Arthur) e Pedro Roncador.

O ritmo da turma estava muito bom, parávamos pouco. A primeira parada foi na beira do riacho, todos se refrescaram sob a sombra de uma mangueira e depois seguimos viagem. Chegamos ao Engenho da Rainha  ( metade do caminho) por volta das 10:00h, para tristeza de muitos não havia cachaça para degustação, sendo assim não perdemos muito tempo por lá. Alertei a todos que pegaríamos um longo trecho de subida. Descansávamos próximo da capela em Goiamunduba quando o proprietário da cachaça Rainha parou seu carro e ofereceu uma degustação, pra variar a dupla da cachaça deu um sobressalto e antes do homem terminar a frase eles já estavam parados em frente a porta do carro com as mãos estendidas. Depois do abastecimento, seguimos nosso caminho e o longo trecho de subida que eu havia falado.

Na metade da subida quando procurávamos um lugar para descansar avistamos Arthur sentado numa casa já com um copo de cerveja na mão, foi uma parada de uns quinze minutos regada a piadas, coca-cola e cerva. Ainda faltavam uns 3km até Bananeiras, então perna pra que te quero. Após mais uma subida chegamos ao início da cidade e começamos a descer até o centro, agora era à hora do joelho sofrer um pouco, passamos pelo hotel Serra Golf onde eles passariam a noite, e deu uma vontade danada de fazer check-in e entrar pro quarto. Encontramos Arthur, Rodolfo, Zé e Rodolfo seu irmão sentados na sorveteria aliviando o calor, depois de fazermos o mesmo, continuamos em direção a UFPB onde conheceríamos nossa última subida do dia.

Até chegarmos dentro da universidade o trecho é plano, mas subir é a única forma de atingirmos nosso objetivo que era chegar até Solânea. De fato a Ladeira da Munguba é íngreme, contudo era o caminho mais curto. Após a subida o grupo decidiu que iríamos matar a fome no Bar da Fava, chegamos exatamente às 13:20h. Combinamos de sair no outro dias às 07:00h pois o caminho seria o mais longo a percorrer até então, a turma voltou para passar a noite no Hotel Serra Golf em Bananeiras.

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