Caminhos de Padre Ibiapina no Feriado do Trabalhador (1º Dia)

ibiapinacgGraças mais uma vez a este blog, tive a honra de fazer os Caminhos de Padrei Ibiapina no último fim-de-semana (1º de maio), com três pessoas maravilhosas: Ivanhoe, sua esposa Verônica e seu amigo Cantalice, todos de Campina Grande. Marcamos  para sair às 06:00h da estátua do Frei Damião em Guarabira, eles dormiram lá na casa de um amigo chamado Artur, nos encontramos por volta das 06:30h em frente a Polo Motos,  seguimos para o memorial de Fre Damião de onde saímos por volta das 06:45h, no começo tudo são flores e eu percebi a animação e empolgação de todos no início da trilha, e pensei comigo: ” eles não sabem o que os aguardam”, no primeiro marco de caminho expliquei um pouco sobre a flor-do-cedro, que é o símbolo dos passos de Padre Ibiapina, é sob a sombra de um cedro que o Padre descansa. Nosso amigo Cantalice disparou na frente e logo errou o caminho, eu tive que andar por um quilômetro até encontrá-lo, o fato não aconteceria novamente, digo dele errar o caminho, porém sempre se manterá na nossa frente. Enfrentamos a primeira ladeira ainda antes de chegar em Pirpirituba, foi um primeiro teste de muitos que viriam, andamos 9km até Pirpirituba sem muitas dificuldades, paramos por lá para comprarmor água, aconteceu um fato lamentável, Verônica foi impedida de entrar no banheiro de um bar por que de acordo com a dona ela estava suja, continuamos em direção a Cachoeira do Roncador onde almoçaríamos, seria mais 8 km, que foram percorridos já com alguma dificuldade principamente Ivanhoe que estava com problemas no seu joelho esquerdo,  Verônica também estava se mostrando muito cansada, o sol começou a castigar, enquanto isso não vemos nenhum rastro de Cantalice, que chegou na cachoeira uns 20 minutos na nossa frente, nós chegamos ao meio-dia, logo almoçamos e fui apresentar a maravilha da natureza para eles. Infelizmente quando começamos a tomar banho, menos Verônica, caiu uma chuva o que nos fez sair da água,  atravessar o rio e segui para o nosso principal desafio do dia; a subida da cachoeira, Cantalice e Verônica subiram rápido, mas Ivan com seu problema no joelho agarvando teve muitas dificuldades para chegar lá em cima, acontecem coisas no caminho que mechem conosco, quando estávamos desejando alguma coisa doce para comer, nos aparece  uma mangueira e sacia nossa fome, nosso objetivo era chegar até o Cruzeiro de Roma onde passaríamos a noite, iniciamos a subida para o cruzeiro por volta das 17:00h,  mesmo com toda dificuldade enfrentada por Ivan ele se supera a cada passo, não preciso dizer que Cantalice chegou na nossa frente,  perto do Cruzeiro pudemos apreciar uma verdadeira dança dos vaga-lumes ao som dos sapos,quando chegamos às 18:00h o homem já tinha tomado banho e batido uma prosa com o Padre Paulino, chegamos esgotados, mas amanhã seria outra dia. Tomamos banho e depois jantamos, um verdadeiro banquete, tinha até canjica e milho cozido, depois todos foram para a missa enquanto eu fiquei deitado. Por volta das 20:00h fui dormir.

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