Patrulha9 leva grupo de João Pessoa para a Pedra da Boca

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No último domingo 17, o Patrulha9 (P9) esteve no Parque Estadual da Pedra da Boca com um grupo de João Pessoa, o objetivo principal era fazer rapel na Pedra da Aroeira (47m), chegamos no parque às 09:30h, estava com cara de que ia chover, resolvemos mudar a programação e fazer o rapel pela manhã pra não correr o risco de  pegar a chuva a tarde, por que  parecia que isto ia acontecer, inclusive estávamos torcendo pra cair um toró d’água a tarde pra gente poder tomar banho nas pequenas cachoeiras que se formam  nas canaletas das rochas. Seguimos em direção a pedra da boca, antes de fazer rapel visitamos o interior da boca da pedra, mas durante o trajeto que é só subida, um amigo nosso Luis Nicomedes que veio de Campina Grande passou mal e teve que ficar pra trás, deixamos um dos P9 tomando conta dele, continuamos a saga até nosso destino, tínhamos três mulheres no grupo; Lena, Pollyana e Cibele ( Baralho), das três a que nos deu mais trabalho foi esta última, mas nada que não nos divertíssemos com suas dificuldades, o resto do grupo era formado por Elder, Tavinho, Júnior, Bruno e Gustavo (acho que esqueci o nome de um). Continuando, chegamos na boca da pedra e para a nossa surpresa e felicidade nosso amigo Luis chega alguns minutos depois na compainha de Jeilson e Serginho, foi uma festa, passado alguns minutos e muitas fotos descemos para a pedra da aroeira para fazermos rapel, tudo ocorreu tranquilamente durante as descidas, o único imprevisto foi minha corda ter engalhado num cristal de rocha, Bruno teve que descer para me ajudar a desengalhar, pois seu irmão Gustavo que era meu companheiro de descida não conseguiu, sem mais problemas todos descerão e fomos almoçar às duas horas da tarde, mortos de fome comemos a boa comida de Dona Zilda. Sem muitas cerimônias seguimos para a segunda parte da programação, fomos até a Gruta do Caçador, antes passamos pela Pedra do Forno, na vinda para a  casa de Dona Zilda onde estava nosso carro, visitamos a Pedra da Santa. Foi um domingo maravilhoso com uma galera que nos proporcionou momentos inesqueciveis. Os membros do Patrulha9 presente além de mim eram: Flávio, Jeilson e Serginho.

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9 Respostas

  1. Aos companheiros de aventuras

    Quando li “O mundo de Sofia”, me marcou uma frase que dizia mais ou menos isso: que as pessoas perdem a capacidade de se impressionar com as coisas da vida.
    No livro “Ei, tem alguém aí”, do mesmo autor, a idéia se repete. O narrador diz que conheceu o extraterrestre Mika que o ensinou “que nada é comum”, e quando tratamos as coisas como “comuns” é porque não queremos nos dar ao trabalho de conhecer melhor as pessoas ou que perdemos a capacidade de nos encantar com o mundo.
    Eu sou uma pessoa encantada com a vida. Sou entusiasmada pela vida. Acho que é por isso que adoro aventuras. Adoro conhecer gente nova, embora não perca o encantamento pelos amigos antigos. E eu acho, que esse encantamento diante de tudo exala um tipo de energia que atrai as aventuras e as pessoas mais legais, sem que eu precise procurar por elas. As coisas boas simplesmente vêm a mim!
    Foi assim com o Patrulha 9. Foi um “pacotão”. De uma só vez tive a oportunidade de fazer rapel e conhecer gente muito boa. E aí virou um efeito dominó… veio outro rapel, dessa vez na Pedra da Boca, e mais gente nova eu conheci e deu pra sentir que é tudo gente do bem!
    E aí é o momento de aprender a valorizar o que o dia-a-dia nos oferece. Há sempre alguém do nosso lado que poderia ser um grande amigo. Há sempre uma paisagem pra nos deter, encher os olhos e marcar nosso coração.
    Dentre tantas coisas que podemos aprender com a própria natureza, quando nos deixamos levar pelas oportunidades que a vida nos apresenta, duas delas me vêm à memória agora: uma foi a de Paulo. Ele me disse que sempre passava pela Pedra da Boca, tinha vontade de conhecer, mas nunca procurou uma oportunidade. Aquela paisagem para ele era curiosa, instigante, mas não deixava de ser “comum” a todas as viagens que ele fazia à Paraíba. Hoje, ele saiu do comum para o “especial”. Foi marcado por momentos incríveis. Superou o medo e desceu de rapel. Definitivamente a Pedra da Boca para ele não será mais apenas uma imagem curiosa, mas uma lembrança eterna!
    A outra coisa que me chamou a atenção foi a sensação constante de que Deus estava nos dando presentes. E, como uma criança, abri cada pacote. Estavam embrulhados em um fino papel transparente de cores lindas e suaves! A cada instante um presente novo! Todos guardadinhos em segredo. Nossa! Quanta surpresa! E Deus é tão generoso que seus presentes não são individuais, mas coletivos. E ninguém desejou tomá-los só pra si. O gostoso era dividir as sensações. E nós não víamos quem escondeu os presentes, mas sentíamos Sua presença inconfundível.
    Já fui tantas vezes à Pedra da Boca, Deus sempre estava lá, mas dessa vez ele nos contou segredos. Aí recebemos grandes lições: não há pedra que não se possa escalar, não há obstáculo que não possa ser vencido; Não há lugar suficientemente pedregoso que não gere vida – a vegetação nas pedras nos mostrou isso; Os espinhos podem conviver com a beleza – o cacto foi a prova disso; Por mais alto que subíssemos e por mais coisas que víssemos a beleza que há na vida é inesgotável – o halo ao redor do sol nos deu essa constatação!
    E já dentro da Boca podíamos ouvir Deus dizendo: “Olha pra baixo. Vês que as dificuldades agora parecem como nada? Diante do impossível, segue em frente, lute, e procure enxergar a vida sob outro ângulo, é assim que eu vejo”; E ao olharmos para o céu ouvimos Ele dizer: “eu estou aqui, e não há nada acima de mim, nem o halo, nem o sol que está acima do halo”.
    Depois de tantas alturas, descemos, descemos, descemos tanto que nos escondemos nas grutas. E como diria Helder, “sob pedras pesadíssimas, quem as colocou lá? quanto elas pesam?” E lá percebemos que não há lugar onde Deus não esteja. Não há paisagem em que Ele não tenha tocado. Não há onde possamos nos esconder demais ou nos expor demais. Tudo é muito transparente!
    Valeu Patrulha 9. Quando forem brincar com Deus de novo, não se esqueçam de mim!
    Bjs
    Pollyanna Dantas

  2. Eita!!! Esse Sérgio é O GUIA, O CARA e muito gente boa. Legal demais esse blog sô…. É muito instrutivo e além disso muito legal para garotada.
    Um abração para Sérgio e toda essa galerinha maravilhosaaaaaaaaaaaa….

    abração da Rose da Assessoria de Turismo Pedagógico da LUCK-JPA

  3. Oi.
    Como gostei de saber q existe um grupo de aventuras..gostaria de participar.Aqui está meu e-mail:carol_dea_lissa_isa@hotmail.com
    O patrulha 9 é uma empresa de aventuras?

  4. Como faço pra aprender a escalar? Onde tem esses cursos?

    Abraços

  5. queria participa ! d algum grupo ou equipe de rapel em jp/PB , tem nosao, ja fiz alguma de decidas ,

  6. Oi, adoraria entrar em contato com voces!!
    Porque tenho um trabalho pra fazer sobre rapel, curso o ano do ensino medio!
    e precisamos de um grupo que pratique esta modalidade para fazermos umas entrevistas, fotos, ou ate tirarmos algumas duvidas!
    entrem em contato o mais rapido possivel por favor!!

    =]
    meu numero:
    (083)8865-1668

    Obrigada!

  7. * 2º Ano do Ensino Médio!

  8. Oie, sou d Joao Pessoa q to afim d praticar rapel…já desci uma vez + faz tempo e eu ñ conheço nenhum instrutor, aguardo contato d vcs o quanto antes!!

  9. morava em campo de santana e nunca fui ver de perto essa beleza

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