Festa da Luz em Guarabira

Igreja de Nossa Senhora da Luz

A festa da Luz acontece todo ano na cidade de Guarabira em homenagem a Nossa Senhora da Luz que é padroeira do lugar, a primeira estátua da santa foi trazida de Portugal por José Rodrigues Gonçalves em 1755 que veio com toda sua família depois de um grande terremoto naquele país. A festa reúne milhares de pessoas que desfrutam de barracas com comidas típicas, parques de diversão, decoração de acordo com as tradições da cidade, além de muita luz espalhada por todo o perímetro onde se realizará o evento. Há também novenas, noites de pregações e ritos religiosos em devoção à Nossa Senhora da Luz.

Abaixo a programação da festa profana:

26/01/2008 – Sabádo Abertura do Pavilhão Central com a Orquestra Veneza e Aberlardo Jurema.
27/01/2008 – Dom. 18:00h – Abertura dos palcos Pilõezinhos e Cuitegi.
28/01/2008 – Seg.:
20:30h – Pagode Aky Samba/PALCO LUZ 2
22:00h – Grupo Revelação – PALCO LUZ 1
00:15h – Casaca de Couro – PALCO LUZ 2
01:30h – Cavaleiros da Noite – PALCO 1

29/01/2008 – Terça:
20:30h – Essência do Samba – PALCO LUZ 2
22:00h – Harmonia do Samba – PALCO LUZ 1
00:15h – Pimenta de Cheiro – PALCO LUZ 2
01:30h – Caviar com Rapadura – PALCO 1

30/01/2008 – Quarta:
20:30h – Pagode Elite – PALCO LUZ 2
22:00h – Garota Safada – PALCO LUZ 1
00:15h – Garotões do Forró – PALCO LUZ 2
01:30h – Solteirões do Forró – PALCO 1

31/01/2008 – Quinta:
20:30h – Galera do Arrocha – PALCO LUZ 2
22:00h – Aviões do Forró – PALCO LUZ 1
00:15h – Garota sem Calcinha – PALCO LUZ 2
01:30h – Mauricinhos do Forró – PALCO 1

01/02/2008 – Sexta:
20:30h – Metal Leve – PALCO LUZ 2
21:30h – Os Três do Forró (ZÉ-PRETO) – PALCO LUZ 2
22:00h – Paralamas do Sucesso – PALCO LUZ 1
00:15h – Gatinha sem Vergonha – PALCO LUZ 2
01:30h – Cavaleiros do Forró – PALCO

Fonte:

http://guarartegba.blogspot.com/

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Cachoeira do Roncador no Verão

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Pra quem quer curtir a cachoeira do roncador na sua capacidade máxima de queda d’água, o verão não é a melhor época, a cachoeira perde muito de sua capacidade por dois motivos: o primeiro é natural, pois as chuvas diminuem e consequentemente a vazão da cachoeira também; outra razão é o represamento antes de chegar na queda d’água de parte do rio Bananeiras e alguns riachos com o objetivo de irrigar plantações, um verdadeiro absurdo que atesta a falta de ação dos orgãos governamentais. O fato da cachoeira do roncador não está na sua capacidade máxima não a torna menos bela, um fator interessante é que ela se torna menos perigosa para o banho.

Acampamento na Pedra da Boca

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Na úlitma sexta dia 04 fui acampar na Pedra da Boca com meus dois irmãos que moram em Cuiabá, é claro que a galera do Patrulha 9 também foi junto, fomos depois do almoço e voltamos no sábado a tarde, na sexta a tardinha fomos ver o pôr-do-sol em cima da pedra da caveira, o visual é show. A noite dormimos numa barraca, foram  oito pessoas, queríamos inaugurar a barraca que havíamos comprado, o manual dizia que cabia sete pessoas, testamos com oito, na verdade descobrimos que só cabe sete mesmo (risos), de manhã subimos para a boca da pedra e depois fizemos um rapel de 47 metros na Pedra da Aroeira ( muitos dizem que este rapel tem mais de 50 metros), é uma descida tranquila, a atração da descida foi um ratinho selvagem que encontramos, na verdade não sei o nome daquela espécie, pra mim era uma coisa nova, ele estava em cima da rocha no caminho da descida, já perto do final, um amigo nosso pegou e fizemos a festa, parecia que ele era domesticado e  interagiu conosco sem nenhum problema, tiramos fotos e depois o soltamos no mesmo lugar, ainda tivemos tempo de colocar um nome nele, nosso amigo Marconny o batizou de “mimoso”. Um outro fato importante foi conhecer Wagner,  ele  me disponibilizou alguns croquis das vias de escalada do parque, de agora em diante quem tiver interesse nos croquis é só entrar em contato comigo que envio por e-mail.

Não posso deixar de agradecer a Dona Zilda pelo acolhimento que ela nos deu e sempre nos dá, um acolhimento de mãe. Pra quem não conhece, ela mora na casa de apoio do parque e  serve refeições com aquele tempero que só ela tem, se for na Pedra da Boca procure Dona Zilda e saborei a típica e gostosa comida regional.

Pedra da Boca no feriado de 15 de novembro

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Estava em falta com o pessoal de Campina Grande que veio através da Agência Avantur que é de minha amiga Marivane. Sem mais delongas, no dia 15 de novembro fui para a Pedra da Boca acompanhar o grupo que a Avantur organizou, chegamos lá um pouco atrasados  às 10:00h, a trilha duraria de duas horas e meia a três dependendo da disposição do grupo. Fizemos então a trilha da integração conhecendo algumas cavernas e grutas, a Pedra do Forno, Pedra da Caveira e Pedra da Santa, durante o percurso não tivemos muitas dificuldades, embora no grupo existisse uma criança de 10 anos. O percurso dá um pouco mais de três quilômetros, mas devido o acesso ser de dificuldade técnica moderada não se pode apressar muito, concluimos a trilha em duas horas e meia conforme o previsto, almoçamos às 13:00h, aquela comida caseira deliciosa preparada por Dona Zilda, depois de um cochilo na rede, partimos às 15:00 em direção a Pedra da Boca, nosso objetivo era ir até a boca da pedra, o percurso é só subida e tivemos q parar de metro em metro para adquirir fôlego, foi mais difícil pra algumas pessoas, até porque já tinha o acúmulo do cansaço da manhã, tivemos que usar um pedaço de corda que eu levei para facilitar o acesso à boca, com muita cautela chegamos no nosso objetivo e diante daquela linda paisagem só nos restou apreciar a criação divina. Às 17:00h começamos a descer e por volta das 18:00h chegamos na casa  de dona Zilda onde estava a Splinter, depois de dançar um forrozinho ao som de Luiz Gonzaga, partimos às 19:00h para Campina Grande. Mesmo diante das piucas dificuldades que encontramos era notório a satisfação de todos, até porque qualquer cansaço compensa todas as paisagens que são vistas naquele lugar mágico. Mais uma vez agradeço  a minha amiga Marivane que teima em divulgar as riquezas da nossa região.

Trilha do Trem

No último domingo dia 30 estive o dia todo na compainha do Sr. Elmar e seus dois filhos Klauus de 10 anos e Quirian de 8, os nomes são um pouco diferentes porque Elmar é Alemão, mora no Brasil(em Campina Grande) a mais de dez anos . O Sr. Elmar entrou em contato e procurava um lugar pra seus filhos fazerem uma trilha leve com rapel, indiquei a  trilha do trem  é chamada assim por que é o lugar onde o trem passaria para chegar até Solânea, ele gostou da idéia e veio no domingo. Começamos a caminhar às 08:00h a trilha iniciou na praça 26 de novembro em Solânea, fomos em direção a UFPB em Bananeiras, porém antes de chegar na universidade nós entramos na mata e caminhamos por mais uns dois quilomêtros até a base para o rapel, para chegar até a base é preciso fazer uma pequena escalada, sem muitas dificuldades todos subiram, mas para descer o filho mais velho não teve coragem, normal para quem nunca fez rapel, mas pela primeira vez eu não consegui convencer alguém a descer, mas já o havia convencido a subir, então fiacamos empates. Almoçamos ao meio-dia no Restaurante Chinês em Solânea, a comida é de boa qualidade e barata. Como a tarde estava livre levei a família para conhecer Bananeiras, fizemos um city tour conhecendo a igreja, o carmelo, a antiga estação e o túnel onde o trem passava até a década de 60 do século passado, de lá fomos até o Cruzeiro de Roma, por volta das 15:00h estávamos na sorveteria Ice Kiss em Solânea, após o sorvete eles foram embora, mas ficou a deixa para outros passeios.

Em breve colocarei fotos